A memória

Por Mário Miranda Antonio Junior

Abdias foi grande. Foi um verdadeiro revolucionário. Aquele que sonha, ama, luta e tomba pela causa. Segue sereno porque tem convicção e não se entrega nem se deslumbra muito menos se deixa seduzir, corromper. Gente como ele faz falta, a política, a cultura, a sociedade, sobretudo, em uma época de tanta mediocridade nessas áreas. Apesar da democracia, é demasiado temerário falar em avanços, desenvolvimento, quiçá transformação em todos esses campos da vida dos pobres e dos negros. Falo isso como mero observador, nem sou estudioso das lutas dos negros e nem sou negro. Falo apenas como cidadão, pobre, sociólogo. Com efeito, hoje existem movimentos sociais organizados, articulados com o poder – inclusive com as entranhas do poder. Existem ações de inclusão diversas. Que isso significa diante do tamanho do crime hediondo cometido durante séculos contra os excluídos – aqui se inclui outros extratos sociais alem dos negros? Que isso significa diante da enormidade e variedade demográfica e de demandas decorrentes da modernidade e da democracia – Estado de Direito – para efeitos de cidadania? Que isso significa então, diante da grandeza e da nobreza dos sonhos e lutas de homens como ele? Leia o resto deste artigo »

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